Depois de andar 800km de Copiapó até Los Andes, finalmente chegou a hora de subir os Caracoles, nos andes Chilenos. Antes de seguir viagem, de Los Andes, fui atrás de um lugar para trocar o óleo da moto, pois já tinha rodado mais de 3.000km. A sorte foi que logo achei uma oficina autorizad da Yamaha onde fizeram a troca. Sai de Los Andes às 13:30 rumo à Mendoza. O trecho que passa pelos Caracoles é muito bonito, cheio de paisagens legais, muito parecidas com as paisagens de Salta.
Cheguei na aduana Argentina perto das 15h e logo encontrei uma fila enorme. Sorte que encontrei outro brasileiro, o Osvaldo Paris, de moto fazendo o mesmo trajeto e ele já estava na metade da fila. Ele conseguiu me ajudar a antecipar a entrada, pois me apresentou aos outros motoristas como um amigo e permitiram eu furar a fila. Mesmo conseguindo entrar na metade dela, ficamos 2:30 horas esperando atendimento. O Chile é a alfândega mais chata que encontramos, tanto na entrada pelo lado norte, como no lado sul.
Depois de passar e deixar tudo certo, foi só curtir a paisagem até Mendoza, cerca de 170km da alfândega. O Paris estava bem equipado com uma câmera goPro no capacete e fez belas filmagens no caminho e assim que ele me mandar eu publico aqui. Chegamos em Mendoza perto das 20h e logo fomos para um Hostel.
Seguem algumas fotos do dia (poucas novamente).
América sobre Rodas
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
sábado, 28 de janeiro de 2012
10º dia - Santiago, Chile
Depois de Copiapó fomos rumo a La Serena, que fica a uns 350km. Este trecho foi mais tranquilo, mas com bastante vento também. A partir deste dia as fotos começam a diminuir, pois foi o dia que que o trio se separa. Evandro e Paulo ficam em La Serena e eu sigo rumo à Santiago, cerca de 450km de La Serena. Fui até Santiago, dia em que o retentor do amortecedor direito dianteiro da XT foi pro saco. Bom, se bem que um dos pedais de marcha da Harley do Evandro caiu. Só a V-Strom do Paulo que seguiu inteira, até onde eu sei.
A viagem até Santiago foi tranquila, o mais legal foi passar nos túneis longos que tem no caminho. No primeiro foi engraçado, pois estava nublado e frio. Ao passar pelo túnel uma surpresa, sol e calor. Foi muito estranho. É que o túnel atravessava uma montanha e tinha, mais ou menos, uns 2km.
Abaixo a foto da despedida!
O objetivo era dormir em Santiago mesmo, mas passei duas horas procurando hotéis. Infelizmente não achei nenhum e já estava ficando tarde. Então decidi ir até Los Andes, uma cidade menor a cerca de 80km. Cheguei lá e encontrei um bom hotel, caro, mas consegui descansar, pois já eram 22:30. O objetivo era conseguir chegar em Mendoza na sexta-feira mesmo.
A viagem até Santiago foi tranquila, o mais legal foi passar nos túneis longos que tem no caminho. No primeiro foi engraçado, pois estava nublado e frio. Ao passar pelo túnel uma surpresa, sol e calor. Foi muito estranho. É que o túnel atravessava uma montanha e tinha, mais ou menos, uns 2km.
Abaixo a foto da despedida!
Grande parceria.. muitas risadas!!! O trio que agitava os passeios.. rsrsrsr
O objetivo era dormir em Santiago mesmo, mas passei duas horas procurando hotéis. Infelizmente não achei nenhum e já estava ficando tarde. Então decidi ir até Los Andes, uma cidade menor a cerca de 80km. Cheguei lá e encontrei um bom hotel, caro, mas consegui descansar, pois já eram 22:30. O objetivo era conseguir chegar em Mendoza na sexta-feira mesmo.
9º dia - Copiapó, Chile
Depois de passar uma noite em Antofagasta, em um ótimo hotel, fomos em direção à nossa próxima parada, na descida até Santigado. Fizemos aproximadamente 500km em mais paisagens desérticas. Neste trecho o vento prejudicou muito a viagem, andamos boa parte do tempo de lado nas motos - menos o Evandro, bom, até que ele deu umas balançadas legais. O único lugar que paramos para tirar fotos foi na escultura Mano del Desierto, tradicional parada de motociclistas. Ela fica na margem da Ruta 5, aproximadamente uns 75km de Antofagasta.
A idéia era parar em Bahia Inglesa, um conjunto de praias que pertence a cidade de Caldera, cerca de 70km de Copiapó. Passeamos por lá em busca de um lugar para ficar, porém além de ser caro não tínhamos muitas opções. Depois de o Paulo e o Evandro de discutirem e chegarem a conclusão que nenhum dos dois estava com a razão (normal durante toda a viagem.. rsrsrsrsrs) decidiram irmos para Copiapó. Lá encontramos um bom lugar para dormir. O engraçado é que se você vai à hotéis com roupa de motociclista a recepção é nada amistosa, e isso em todos os que fomos. Era pior ainda quando o Paulo ia de balaclava, acho que eles pensavam que iríamos assaltar, ou algo assim. (rsrsrsrs)
Ah, o evento estranho do dia foi algo relacionado com a pressão atmosférica, pois o shampoo do Evandro abriu e derramou todo dentro de um dos alforges. Claro que, as fotos estão logo abaixo.
A idéia era parar em Bahia Inglesa, um conjunto de praias que pertence a cidade de Caldera, cerca de 70km de Copiapó. Passeamos por lá em busca de um lugar para ficar, porém além de ser caro não tínhamos muitas opções. Depois de o Paulo e o Evandro de discutirem e chegarem a conclusão que nenhum dos dois estava com a razão (normal durante toda a viagem.. rsrsrsrsrs) decidiram irmos para Copiapó. Lá encontramos um bom lugar para dormir. O engraçado é que se você vai à hotéis com roupa de motociclista a recepção é nada amistosa, e isso em todos os que fomos. Era pior ainda quando o Paulo ia de balaclava, acho que eles pensavam que iríamos assaltar, ou algo assim. (rsrsrsrs)
Ah, o evento estranho do dia foi algo relacionado com a pressão atmosférica, pois o shampoo do Evandro abriu e derramou todo dentro de um dos alforges. Claro que, as fotos estão logo abaixo.
A escultura Mano del Desierto...
Dupla gente boa demais...!!!
O contraste, montanhas desérticas e o pacífico, em Antofagasta.
Grande amigo Paulo...
Nós parados na estrada... só para registrar...
Olha o óculos do Evandro escorrendo shampoo!! rsrsrsrs
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
8º dia - Antofagasta, Chile
Na terça-feira, dia 17 de janeiro, saímos cedo de San Pedro rumo à Antofagasta. Neste dia rodamos cerca de 375km e levamos em torno de 8 horas até chegar em Antofagasta. Neste dia acabei não tirando muitas fotos, só o Paulo, mas ele ficou com a máquina. Abaixo algumas fotos de nós chegando em Antofagasta.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
5º, 6º e 7º dia - San Pedro de Atacama, Chile
Depois de alguns dias sem postar novidades, hoje (17/01/12) chegamos em Antofagasta, depois de passarmos dois dias em San Pedro do Atacama. Saímos de Salta, Argentina, no sábado de manhã, e chegamos a San Pedro às 20:30. A distância total percorrida foi de 565km. Estavamos analisando dois roteiros, um deles retornando a RN34 e subindo até San Salvador de Jujuy e o outro indo pela RN 9, o que reduziria a viagem em +-30km. Optamos pela RN 9, passando por El Carmen, pois segundo um guia de turismo era uma rota muito bonita, por suas paisagens. Saimos cedo do hotel e nos direcionamos até a RN 9 e começamos a subir para Jujuy. A ruta mostrou logo a sua beleza, tanto quanto a periculosidade em andar numa estrada cheia de curvas. A RN 9, neste trecho de Salta a San Salvador de Jujuy, é muito estreita e perigosa, tivemos que andar em 1ª e 2ª marcha quase 50km, mas a paisagem recompensou o esforço. Terminamos o trajeto com dores nos braços e nas costas.
Depois de passarmos por S.S. de Jujuy iniciamos a subida dos andes orientais, ou seja, do lado da Argentina. Uma subida com lindas paisagens e também perigosa. O perigo não está na estrada, mas sim nas paisagens, quando você se dá por conta está admirando as paisagens e esquece da estrada.
Subimos até Purmamarca, onde paramos para tirar algumas fotos do Cerro de las siete colores. Uma paisagem muito bonita. Depois de Purmamarca iniciamos então a subida de 33km pela RN 52, alcançando uma altitude de 3.455 mt. Passamos novamente pelas Salinas Grandes e começamos a encarar o altiplano. Deste ponto em diante foram só paisagens deserticas, até San Pedro. Passamos por Susques, uma pequena cidade da província de Jujuy onde abastecemos as motos em um posto, um tanto estranho (vejam a foto abaixo). Nesta cidade alcançamos os 3896mt de altitude. Daí em diante, novamente deserto com lindas paisagens, e começamos a sentir os efeitos da altitude e o frio dos altipanos. Neste trecho todo tem-se que observar os lugares de abastecimento. Depois de San Salvador de Jujuy somente há combustível em Susques, cerca de 210km. Em Susques tem um posto na cidade e um outro em um Hotel/Restaurante, cerca de 5km depois.
Saindo de Susques colocamos os forros nas roupas, pois daí em diante faz um frio tremendo, especialmente no entardecer, quando estávamos chegando em San Pedro. De Susques até San Pedro de Atacama são 270km. Neste trecho abastecemos as motos no único lugar habitado que existe, Paso de Jama, divisa entre Argentina e Chile. Neste ponto tem que fazer a imigração, ou seja, o registro de saída da Argentina. Depois de Paso de Jama são mais 170km até San Pedro. Foi neste trecho que pegamos mais frio e, como se não bastasse o frio, ventos fortes que fizeram com que andássemos de lado com as motos.
A nossa maior preocupação era conseguir chegar em Paso de Jama antes da meia tarde, ou seja, antes das 18h (anoitece às 20:30), pois eles fecham a aduana depois deste horário. Chegamos em San Pedro de Atacama às 20h, depois de andar 13 horas para fazer 570km. A chegada em San Pedro é espetacular. Uma descida de 44km, praticamente em linha reta e descendo 2.000mt de altitude.
San Pedro de Atacama fica em um vale, sobre um salar. Ele é considerado um oasis, pois está no deserto e possui fonte de água doce. Uma cidade muito diferente de tudo que eu já tinha visto. Ela não possui ruas pavimentadas, são ruas de chão batido e com muita poeira.
Logo que chegamos fomos na aduana. Exatamente, aduana do Chile fica em San Pedro, certca de 170 km da fronteira. A aduana de San Pedro é muito complicada, ficamos cerca de 2:30 horas para conseguir liberação. Depois de liberados fomos atrás de um hotel. E quem diz que a gente acha? Além de ter que lidar com uma cidade cheia de ruelas totalmente desorganizadas, era noite e não conseguiamos imaginar para onde andávamos. Cerca de 30 minutos depois achamos um "hostel" e nos estabelecemos.
Em San Pedro de Atacama tem várias atrações turísticas. Fizemos quatro passeios ao todo: Salar de Atacama e Laguna Cejar, um tour privado no primeiro (não são todas as agências que fazem isso), no primeiro dia. No segundo dia, saímos às 4h da manhã para visitar os geisers e à tarde fomos visitar o Vale de la muerte e o Vale de La Luna.
Salar de Atacama
É o maior depósito salino renovável do Chile. Ele tem aproximadamente 3.000km quadrados. Um lugar muito diferente. Ele tem aproximadamente 100mt de sal sobre a superfície. Para este passeio levamos protetor solar, boné e uma camisa branca de mangas longas, pois o sol é muito forte.
Laguna Cejar
Esse lugar, perto do Salar, tem duas pescinas de água muito salgada onde as pessoas não afundam na água. Paa comprovar isso o Paulo e eu entramos para comprovar. Em virtude da grande quantidade de sal presente na água, ele não deixa que os corpos afundem. É uma experiência muito interessante.
Geiser del Tatio
Localizado à 4.200 mt de altitude, os Geisers são a principal atração de San Pedro. Saímos às 4h da manhã para chegar às 7h, em uma van apertada, que segundo o Paulo parecia uma lata de sardinhas. Apesar de ser longe e difícil de chegar, o visual é recompensador.
Vale de la Luna e Vale de la Muerte
Para quem já viu algum filme sobre Marte, onde mostra um solo árido e sem vida, assim são os vales de la Luna e de la Muerte (ou Marte). Uma paisagem que eu só havia visto em filmes. É impressionante o que aconteceu e o que acontece naquele lugar.
Todos os passeios que fizemos foram muito bons. Aconselho para os que forem para San Pedro.
Abaixo algumas fotos dos lugares que passamos.
Depois de passarmos por S.S. de Jujuy iniciamos a subida dos andes orientais, ou seja, do lado da Argentina. Uma subida com lindas paisagens e também perigosa. O perigo não está na estrada, mas sim nas paisagens, quando você se dá por conta está admirando as paisagens e esquece da estrada.
Subimos até Purmamarca, onde paramos para tirar algumas fotos do Cerro de las siete colores. Uma paisagem muito bonita. Depois de Purmamarca iniciamos então a subida de 33km pela RN 52, alcançando uma altitude de 3.455 mt. Passamos novamente pelas Salinas Grandes e começamos a encarar o altiplano. Deste ponto em diante foram só paisagens deserticas, até San Pedro. Passamos por Susques, uma pequena cidade da província de Jujuy onde abastecemos as motos em um posto, um tanto estranho (vejam a foto abaixo). Nesta cidade alcançamos os 3896mt de altitude. Daí em diante, novamente deserto com lindas paisagens, e começamos a sentir os efeitos da altitude e o frio dos altipanos. Neste trecho todo tem-se que observar os lugares de abastecimento. Depois de San Salvador de Jujuy somente há combustível em Susques, cerca de 210km. Em Susques tem um posto na cidade e um outro em um Hotel/Restaurante, cerca de 5km depois.
Saindo de Susques colocamos os forros nas roupas, pois daí em diante faz um frio tremendo, especialmente no entardecer, quando estávamos chegando em San Pedro. De Susques até San Pedro de Atacama são 270km. Neste trecho abastecemos as motos no único lugar habitado que existe, Paso de Jama, divisa entre Argentina e Chile. Neste ponto tem que fazer a imigração, ou seja, o registro de saída da Argentina. Depois de Paso de Jama são mais 170km até San Pedro. Foi neste trecho que pegamos mais frio e, como se não bastasse o frio, ventos fortes que fizeram com que andássemos de lado com as motos.
A nossa maior preocupação era conseguir chegar em Paso de Jama antes da meia tarde, ou seja, antes das 18h (anoitece às 20:30), pois eles fecham a aduana depois deste horário. Chegamos em San Pedro de Atacama às 20h, depois de andar 13 horas para fazer 570km. A chegada em San Pedro é espetacular. Uma descida de 44km, praticamente em linha reta e descendo 2.000mt de altitude.
San Pedro de Atacama fica em um vale, sobre um salar. Ele é considerado um oasis, pois está no deserto e possui fonte de água doce. Uma cidade muito diferente de tudo que eu já tinha visto. Ela não possui ruas pavimentadas, são ruas de chão batido e com muita poeira.
Logo que chegamos fomos na aduana. Exatamente, aduana do Chile fica em San Pedro, certca de 170 km da fronteira. A aduana de San Pedro é muito complicada, ficamos cerca de 2:30 horas para conseguir liberação. Depois de liberados fomos atrás de um hotel. E quem diz que a gente acha? Além de ter que lidar com uma cidade cheia de ruelas totalmente desorganizadas, era noite e não conseguiamos imaginar para onde andávamos. Cerca de 30 minutos depois achamos um "hostel" e nos estabelecemos.
Em San Pedro de Atacama tem várias atrações turísticas. Fizemos quatro passeios ao todo: Salar de Atacama e Laguna Cejar, um tour privado no primeiro (não são todas as agências que fazem isso), no primeiro dia. No segundo dia, saímos às 4h da manhã para visitar os geisers e à tarde fomos visitar o Vale de la muerte e o Vale de La Luna.
Salar de Atacama
É o maior depósito salino renovável do Chile. Ele tem aproximadamente 3.000km quadrados. Um lugar muito diferente. Ele tem aproximadamente 100mt de sal sobre a superfície. Para este passeio levamos protetor solar, boné e uma camisa branca de mangas longas, pois o sol é muito forte.
Laguna Cejar
Esse lugar, perto do Salar, tem duas pescinas de água muito salgada onde as pessoas não afundam na água. Paa comprovar isso o Paulo e eu entramos para comprovar. Em virtude da grande quantidade de sal presente na água, ele não deixa que os corpos afundem. É uma experiência muito interessante.
Geiser del Tatio
Localizado à 4.200 mt de altitude, os Geisers são a principal atração de San Pedro. Saímos às 4h da manhã para chegar às 7h, em uma van apertada, que segundo o Paulo parecia uma lata de sardinhas. Apesar de ser longe e difícil de chegar, o visual é recompensador.
Vale de la Luna e Vale de la Muerte
Para quem já viu algum filme sobre Marte, onde mostra um solo árido e sem vida, assim são os vales de la Luna e de la Muerte (ou Marte). Uma paisagem que eu só havia visto em filmes. É impressionante o que aconteceu e o que acontece naquele lugar.
Todos os passeios que fizemos foram muito bons. Aconselho para os que forem para San Pedro.
Abaixo algumas fotos dos lugares que passamos.
RN 9, Salta a San Salvador de Jujuy.
O Paulo iniciando o "tratamento" para poder subir as cordilheiras.
Subindo para Purmamarca.
Continua a estrada...
Em Purmamarca, Cerro de las siete colores.
Purmamarca...
Carinho na Lhama.. e paguei por isso.. rsrsrs
Começamos a subir os andes.
Ainda subindo...
Primeira e segunda marcha, bem devagarinho...
Chegamos, terminamos de subir os andes argentinos, aos 4170mt de altitude. Ah, as buchechas inchadas sao devido as folhas de coca... rsrsrs
Altiplano argentino...
O Paulo correndo atrás dos bichinhos... coitados... rsrsrsrs
Posto em Susques, conseguimos encher os tanques!
Paso de Jama, fronteira Argentina com Chile.
Chegamos, estamos no Chile!
No fundo, o vulcão Licancabur, metade no Chile e metade na Bolívia. Deste ponto faltava 50km até San Pedro de Atacama. Já eram 20:00.
Andes ocidentais, cobertos por neve.
Primeiro dia em San Pedro de Atacama. Toda a cidade é assim.
Uma igreja antiga, bem antiga. Fica ao lado da praça.
O Paulo alimentando a Lhama.
Comprando algumas coisas... boné, chinelo e uma camisa branca.
Almoço da parceria, no restaurante SOL.
Indo para o Salar de Atacama. Ao fundo, o vulcão Lincancabur.
Isso aí atrás de nós é sal!
O Paulo convida até o guia para tirar foto!
Laguna Cejar. Ninguém afunda nessas águas.
Olha nós (Paulo e eu) boiando... kkkk
Nosso hostel e o quarto onde ficamos.
Grande Ricardo (o garçom). Exemplo de atendimento! Esse restaurante foi muito frequentado...
Olha aí os geisers... estava -4º nessa hora, a 4.200 mt de altitude.
O guia aquecendo o leite e cuzinhando ovos em um dos geisers.
Águas termais, ao lado dos Geisers del Tatio.
Uma panorâmica, para fazer diferente.
Essa é a estrada que nos levou até lá.
Povoado de Machuca, no retorno dos geisers.
As 3 Marias ao fundo (muita imaginação...)
Isso tudo é sal, coberto por lama...
Mais sal...
E o por do sol, em San Pedro de Atacama.
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